Bens Intangíveis
Serviços
Descrição Geral
A “Controle Assessoria Empresarial” elabora avaliação econômico-financeira de empresas, marcas e/ou negócios, utilizando metodologias apropriadas para cada situação, como fluxo de caixa descontado (FCD) e avaliação relativa, com o objetivo de determinar o valor da empresa para as mais diversas finalidades: decisões estratégicas; negociação de empresas; reorganização societária; inventário; partilhas; dissolução de sociedades, entre outras finalidades. Ativos: empresas, Goodwill e ágio em fusões e aquisições, marca, projetos, planos de negócio etc.
Problema que Resolve:
- Incerteza sobre o valor real da empresa: especialmente em negociações de compra, venda ou fusão.
- Decisões estratégicas mal embasadas: ajuda a orientar investimentos, reestruturações e planos de expansão com dados concretos.
- Alocação ineficiente de recursos: evita decisões baseadas apenas em percepções ou intuições.
- Dificuldade de atrair investidores: Valuation transparente traz credibilidade à empresa.
Aplicação:
- Avaliação do Goodwill e ágio para combinação de negócios – CPC15
- Avaliação de investimentos, ações e cotas de capital.
- Transações societárias: fusões, aquisições, cisões ou entrada de sócios.
- Planejamento financeiro: suporte na definição de metas e estratégias de crescimento.
- Captação de recursos: atrativo para investidores, bancos ou fundos.
- Gestão patrimonial e sucessória: essencial em empresas familiares ou de capital fechado.
Diferenciais:
- Domínio de múltiplas metodologias: DCF (Fluxo de Caixa Descontado), Múltiplos de Mercado, Avaliação Contábil – com clareza sobre quando usar cada uma.
- Análise contextual: não apenas números, mas compreensão do setor, ambiente regulatório e riscos.
- Capacidade de comunicação: traduzir resultados técnicos em insights acessíveis para gestores e investidores.
- Ética e imparcialidade: compromisso com a qualidade e integridade na análise.
Serviços
Avaliação de marcas
A Avaliação de Marcas é o processo técnico de mensurar o valor financeiro de uma marca, considerando fatores tangíveis e intangíveis. Ela analisa elementos como reconhecimento, reputação, fidelidade dos consumidores, posicionamento no mercado, potencial de geração de receitas futuras e impacto nos negócios. Esse tipo de avaliação vai além dos ativos físicos, destacando o papel estratégico da marca como um dos principais ativos de uma empresa.
“Uma marca forte é um diferencial competitivo — e saber seu valor é essencial para tomar decisões fundamentadas”
Problema que Resolve:
- Incerteza sobre ativos intangíveis: esclarece o valor real da marca, muitas vezes negligenciado em análises tradicionais.
- Negociações desequilibradas: garante que fusões, aquisições ou licenciamento de marcas sejam justos e transparentes
- Gestão pouco orientada por valor: permite alinhar estratégias de marketing e posicionamento com objetivos financeiros.
- Processo de Compra e Venda
- Gestão da criação de valor
- Licenciamento
- Royalties
- Fusão e Aquisição
- Posicionamento
- Estratégia e Marketing
Aplicação:
- Licenciamento e franquias: definição de preços para uso da marca por terceiros.
- Planejamento estratégico: apoio à construção de valor no médio e longo prazo.
- Valuation de empresas: complemento para avaliações mais completas com ativos intangíveis.
- Litígios e disputas legais: uso em processos de indenização, quebra de contrato ou propriedade intelectual.
Diferenciais:
- Metodologia multidisciplinar: domínio de abordagens como ISO 10668 (padrão internacional para avaliação de marcas), análise de fluxo de caixa, benchmarking de mercado e capitalização de lucros.
- Visão estratégica e financeira integrada: capacidade de dialogar com áreas de marketing, jurídica e contábil.
- Comunicação clara e personalizada: entrega de relatórios acessíveis com insights aplicáveis à realidade do cliente.
- Atualização constante com tendências globais: uso de referências e práticas atuais em branding e Valuation.
Serviços
Business Combination
Descrição Geral
Business Combination, ou Combinação de Negócios, é o processo contábil e econômico de fusão, aquisição ou incorporação entre empresas, quando uma obtém controle sobre outra. Essa operação exige avaliação minuciosa dos ativos, passivos, valor justo, e reconhecimento contábil das participações, conforme normas como o IFRS 3. O objetivo é garantir transparência, conformidade regulatória e tomada de decisão estratégica baseada em valores reais e projeções consistentes.
“Em cenários competitivos, combinar negócios com precisão é a chave para crescimento sustentável e geração de valor.”
Uma Combinação de Negócios, consiste na aquisição majoritária de sociedades
com o intuito de crescimento e ou, a expansão de um empreendimento via
investimento em outras empresas do mercado.
Investir em outras empresas pode ser uma maneira interessante de obter
vantagem competitiva e crescimento acelerado no mercado.
Como todo tipo de negociação, as Combinações de Negócios seguem determinadas
normas. No Brasil, elas são reguladas pelo CPC – Comitê de Pronunciamentos
Contábeis. Por meio do pronunciamento 15 (CPC 15 – R1), fica definido como
devem ser contabilizadas as operações de aquisição de controle societário,
tais como:
- Alocação do preço pago
- Determinação de Mais Valia e Goodwill
- Procedimentos de reconhecimento e baixa de benefícios fiscais, que podem ser gerados nestas operações
Além disso, cabe à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), ao CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), à Lei 6.404/76 e ao Código Civil, a normatização da negociação de M&A.
Já o IFRS (Internacional Financial Reporting Standards), estabelece as normas contábeis para registro e transparência das informações geradas em uma negociação.
O que é Combinação de Negócios?
Nome dado ao ato de adquirir controle de um ou mais negócios. São quatro os principais conceitos envolvidos:
- a) Negócio: Consiste em submeter um determinado recurso a um processo integrado de atividades e de ativos que tenha a capacidade de gerar um produto que atenda às expectativas de seus investidores, proprietários ou membros e participantes;
- b) Adquirente: Empresa, organização ou qualquer ente que obtenha controle de outra empresa ou negócio;
- c) Adquirida: O negócio que é adquirido pelo adquirente por meio das Combinações de Negócios;
- d) Proprietário: Detentores de participação em uma sociedade.
Cabe ressaltar que uma Combinação de Negócios não depende de uma forma jurídica específica para que sua transação ocorra, sendo a essência econômica da transação sua parte fundamental.
Principais formas de obtenção de controle em uma operação de Combinação de Negócios:
- a) Através da transferência de caixa, equivalentes de caixa ou outros ativos;
- b) Pela assunção de passivos;
- c) Através da emissão de instrumentos de participação societária;
- d) Por meio da recompra de um número tal de ações próprias de forma que determinado investidor (o adquirente) acaba obtendo o controle sobre a adquirida;
- e) Concessão de direito de veto a não controladores.
Implicações do ágio fruto da Combinação de Negócios?
Quando falamos em ágio, estamos nos referindo a uma diferença de preços ou valores. No caso do ágio advindo da Combinação de Negócios, o mesmo se refere à parcela intrínseca do cálculo do mais-valia e goodwill.
O ágio quando obtido pela diferença a maior do Valor Justo e dos ativos imobilizados, com a respectiva soma de tais ativos, líquidos de depreciação, na escrituração contábil, é chamado de Mais-Valia.
Já o ágio obtido pela subtração do Preço de Aquisição, adicionado pelo Valor Justo das demais participações minoritárias, pelo Valor Líquido dos Ativos Identificáveis Adquiridos, é chamado de Goodwill ou Ágio por Expectativa de Rentabilidade Futura. A diferença positiva encontrada reflete a expectativa, a valores atuais, que o adquirente tem com relação à geração de caixa futura da adquirida.
Problema que Resolve: Lei 11.638/07 e CPC’s
- Desconhecimento do valor justo das empresas envolvidas: evita decisões baseadas em estimativas superficiais.
- Riscos contábeis e legais: garante conformidade com normas internacionais (IFRS, CPC).
- Integração mal planejada: facilita transição operacional e cultural entre empresas.
- Subavaliação ou superavaliação de ativos e passivos: impacta diretamente no balanço patrimonial pós-operação.
Aplicação:
- Fusões e Aquisições (M&A): suporte técnico e econômico à negociação e estruturação da operação.
- Reestruturações societárias: incorporações, cisões ou formação de grupos econômicos.
- Avaliação de sinergias: estudo do ganho de escala, complementaridade e eficiência entre empresas.
- Reconhecimento contábil de ativos intangíveis adquiridos: como marca, clientes, tecnologia e contratos.
Diferenciais:
- Domínio das normas IFRS 3 e CPC 15: conhecimento técnico que garante operações bem estruturadas e auditáveis.
- Capacidade de modelagem financeira avançada: construção de cenários, análise de sensibilidade e projeções pós-combinação.
- Postura consultiva: visão estratégica que une análise financeira com planejamento empresarial.
- Interdisciplinaridade: interação fluida com áreas jurídicas, contábeis, tributárias e operacionais.
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Cálculo do Goodwill
O Goodwill é um valor excedente pago pela aquisição de uma empresa. Ou seja, quando uma companhia é comprada, em grande parte das vezes, o interessado paga um valor maior do que o valor que ela está valendo no mercado. Embora pareça estranho pagar um valor maior do que uma empresa vale do ponto de vista patrimonial, isso é perfeitamente plausível. Empresas possuem muito mais do que os próprios bens materiais. Existem ativos intangíveis que podem se valorizar muito, como a sua marca e até a posição que ela possui no mercado. Portanto, o valor da empresa pode ser bem superior ao seu valor patrimonial.
Calculando o Goodwill:
O Goodwill pode ser calculado de acordo com a fórmula a seguir:
Goodwill = P – ( A + L )
Onde:
- P é o valor pago pela empresa
- A é o valor justo do ativo
- L é o valor justo do passivo
Portanto, o Goodwill nada mais é do que a diferença entre o valor da compra menos o valor justo pelo ativo e passivo da empresa.
O Goodwill pode ser considerado o prêmio pago por um negócio.
Problema que Resolve:
- Mensuração da geração de valor Intangível: suporte técnico e econômico ao cálculo da geração de valor pelas operações da (s) empresa (s).
- suporte técnico e econômico ao cálculo da parte Intangível gerada pelas operações da (s) empresa (s)
Diferenciais:
- Domínio de múltiplas metodologias: DCF (Fluxo de Caixa Descontado), Múltiplos de Mercado, Avaliação Contábil – com clareza sobre quando usar cada uma.
- Análise contextual: não apenas números, mas compreensão do setor, ambiente regulatório e riscos.
- Capacidade de comunicação: traduzir resultados técnicos em insights acessíveis para gestores e investidores.
- Ética e imparcialidade: compromisso com a qualidade e integridade na análise.
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Gestão de Valor – EVA ® (Economic Value Added)
O Economic Value Added (EVA®) é uma métrica que mensura a criação de valor econômico por uma empresa após considerar o custo do capital investido. Em outras palavras, é o lucro econômico gerado além do retorno mínimo exigido pelos investidores. Aplicado à gestão empresarial, o EVA® é uma ferramenta poderosa para avaliar desempenho, alinhar decisões com geração de valor e fomentar uma cultura orientada à eficiência e retorno sustentável.
“Se o lucro é uma fotografia, o EVA® é um raio-X do verdadeiro valor que a empresa entrega aos acionistas.”
Gestão Baseada em Valor – Em um mundo globalizado, competitivo, no qual vivemos muitas coisas aparentemente grandiosas não agregam valor da forma que deveriam. Muitas empresas com um faturamento bastante expressivo algumas vezes não geram valor. Outras podem gerar lucro líquido alto, todavia também não agregam valor. Sendo assim, mais importante que Faturamento e Lucro Líquido em sua empresa é qual o resultado real em caixa e para o acionista. Desta forma, a “Controle Avaliação de Ativos” pode auxiliar sua empresa a migrar de uma gestão por resultados contábeis para a Gestão Baseada em Valor. Proporcionando a sua empresa um panorama mensal através do EVA, EBITDA, Custo de Capital e DCF, bem como análise de lucratividade, rentabilidade, solvência, liquidez e endividamento.
Problema que Resolve:
- Gestões orientadas apenas por lucro contábil: revela resultados econômicos reais e evita distorções por práticas contábeis.
- Falta de alinhamento entre gestores e investidores: promove decisões que focam na geração de valor e não apenas em crescimento.
- Subestimação do custo do capital: assegura que o capital seja tratado como recurso escasso e valioso.
- Gestões pouco transparentes: fornece métricas objetivas e rastreáveis de desempenho.
Aplicação:
- Avaliação de desempenho corporativo e de unidades de negócio.
- Definição de metas e bonificações por geração de valor real.
- Tomada de decisão em investimentos, aquisições e alocação de capital.
- Planejamento estratégico de longo prazo focado em retorno econômico.
- Gestão por valor e comunicação com stakeholders (acionistas, conselho, analistas de mercado).
- Identificar a real situação econômico-financeira da empresa;
- Gestão Estratégica visando a perpetuidade do Negócio;
- Identificar a real lucratividade e rentabilidade da empresa.
Diferenciais:
- Conhecimento técnico aplicado com foco estratégico: domínio do EVA®, inclusive ajustado para diferentes realidades empresariais.
- Capacidade de integração com sistemas de gestão: conectar o EVA® à contabilidade gerencial e indicadores internos.
- Clareza na explicação da métrica: transformar conceitos complexos em insights práticos para executivos e gestores.
- Orientação para resultados: entrega de análises com recomendações que
realmente impactam a geração de valor econômico.
Se quiser, posso te ajudar a reunir todos esses briefings em um só documento ou apresentação para usar em propostas comerciais ou em entrevistas. Quer que eu combine tudo com visual profissional?
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ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA E G.B.V.
Qual a diferença entre ANÁLISE ECONÔMICA e FINANCEIRA de empresas? Podemos concentrar a análise econômico-financeira de uma empresa em duas frentes:
1 – Análise Econômica – Que trata da qualidade dos investimentos para responder se os investimentos realizados em capital circulante e capital fixo apresentam um bom retorno.
2 – Análise Financeira – Que trata da capacidade de pagamento (liquidez) para responder se uma empresa tem capacidade de pagar seus gastos operacionais, investir, pagar dividendos e o serviço da dívida.
O que é GBV?
– É um modelo de gestão onde a missão da administração consiste em criar valor para o controlador;
– O “valor” é a principal medida de desempenho;
– Os administradores são orientados para pensarem e agirem como se fossem controladores.
O que significa criar valor para o controlador?
Significa “deixar o controlador mais rico“. Fazer com que seus ativos (ações) valham mais do que o capital investido. Também pode ser entendido como a busca da “maximização do valor de mercado das ações/cotas de capital”.
Como medir a criação de valor para o controlador?
Calculando o Retorno Total do Acionista (RTA); É o retorno do controlador é medido pelos dividendos recebidos mais o ganho de capital num determinado período (1 ano, 2 anos, 5 anos, etc.); É uma métrica externa à empresa.
Como qualificar o RTA – Retorno Total do Controlador?
1 – Comparando com o mercado em geral (IBOVESPA);
2 – Comparando com as empresas concorrentes;
3 – Comparar com o custo de capital do acionista (CCA) que é a principal comparação.
Em resumo: somente se cria valor para o acionista quando o RTA supera o retorno mínimo esperado pelos acionistas (o CCA); O objetivo de a GBV á aumentar o RTA; A métrica escolhida para avaliar demonstrações financeiras deverá estar alinhada com o RTA (EVA, por exemplo).
Quando se sabe se a GBV foi implantado com sucesso?
Quando a empresa cria uma dinâmica autossustentável de criação de valor para o controlador.
1 - Permanentemente novas oportunidades de investimentos são identificadas.
2 – As oportunidades de investimentos são avaliadas por uma métrica como o EVA ou o VPL para quantificar a criação de valor para o acionista.
3 – As oportunidades de investimento são implantadas e, se bem-sucedidas resultarão em incentivos para os administradores.
Quais os requisitos específicos para a implantação da GBV?
1- Compromisso explícito da administração;
2- Treinamento intensivo dos administradores;
3 – Seleção e implantação das métricas de avaliação;
4 – Incentivos (bônus) para os administradores;
5 – Delegação de poder aos administradores;
6 – Ajustes nos sistemas para geração de relatórios gerenciais;
7 – Identificação dos principais direcionadores de valor;
8 – Orçamento e planejamento estratégico integrados.
“Se o objetivo da administração é criar valor para o controlador/acionista, precisamos determinar o valor da empresa e monitorá-lo 24 horas por dia, 365 dias por ano, para observarmos se a criação de valor está ocorrendo.”
Problema que Resolve:
Problemas de gestão com visão operacional apenas e não estratégica
Aplicação
Criar valor para o controlador é fundamental para a empresa atrair recursos para novos investimentos; Recursos de bancos e acionistas. Quando o RTA for sistematicamente acima do CCA, os acionistas aceitarão aportar novos recursos na empresa e/ou receber menos dividendos e reinvestir mais lucros na empresa.
Diferenciais
- Conhecimento técnico aplicado com foco estratégico: domínio do EVA®, inclusive ajustado para diferentes realidades empresariais.
- Capacidade de integração com sistemas de gestão: conectar o EVA® à contabilidade gerencial e indicadores internos.
- Clareza na explicação da métrica: transformar conceitos complexos em insights práticos para executivos e gestores.
- Orientação para resultados: entrega de análises com recomendações que realmente impactam a geração de valor econômico. Se quiser, posso te ajudar a reunir todos esses briefings em um só documento ou apresentação para usar em propostas comerciais ou em entrevistas. Quer que eu combine tudo com visual profissional?